Agarro no casaco, numa mala pequena com rodinhas (para não me cansar), enfio lá dentro o portátil que acabei de comprar, algumas mudas de roupa interior, dois pares de t-shirts, um casaquinho, dois pares de jeans, escova e pasta dos dentes, creme da cara, champô, caixinha de “ferramentas” de cuidados estéticos faciais, algo mais para a higiene feminina e numa carteira pequena com o essencial: porta-moedas, documentos necessários, cartões multibanco e visa, agenda e lista de telefones (é sempre bom poder ter os contactos disponíveis em papel, não vá o diabo tecer!) e saio porta fora rumo a uma farmácia para incluir, no pacote de viagem, comprimidos essenciais para alergias, dores de cabeça, resfriados e outros que tais. Saio da farmácia e, em dúvida, não me meto no carro. Deixo-o estacionado em local seguro, legal e gratuito e apanho um táxi. Peço para me levar ao aeroporto, de preferência pela via mais rápida que descrevo, para não ser enganada a título de turista com ar alucinado.
Não importa se estive ou não. Agarro...
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Publicado 15-12-2017
• Não importa se estive ou não
Gabi
1 min